“A dança ancestral da psique”

 
Andréa Cunha
Orientador: Paulo José Baeta Pereira
RESUMO:
Este trabalho se originou da necessidade de pesquisar uma nova visão de ser humano, que se dispusesse a ver o homem de forma global, um homem onde corpo e psique estejam integrados e atuando de forma a lhe oferecer uma estrutura equilibrada e saudável. Na maioria das vezes tendemos há uma vivência fragmentada da relação  corpo e psique, caminhando para uma postura  unilateral.  Esta postura vai contra a própria natureza, causando males tanto ao corpo quanto à psique, quando um dos dois fica esquecido ou negligenciado. Junto a estes encontramos a nossa memória ancestral, também deixada de lado. Ao nos distanciarmos de nossas origens ancestrais, damos valor ao que está fora, ao que queremos possuir, esquecendo o que já possuímos, o que já trazemos internamente como bagagem cultural e simbólica. O esquecimento em relação ao passado dificulta a construção de nosso presente, pois sempre estará faltando algo.

Com este trabalho pretendo mostrar que corpo-psique e ancestralidade, já existentes em nós, são potenciais para a construção de indivíduos equilibrados e saudáveis, desde que aproveitadas e utilizadas adequadamente nessa construção. E que um dos meios para nós proporcionar esse mergulho e essa descoberta do velho/novo que já existe em nós é a dança.

Palavras chaves: Jung, Corpo, Criação e Ancestralidade.

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